Pitada
do especialista
por Marcio BambergA profissão no futuro
Hoje, vivemos a síndrome do desemprego e estamos curtindo a ressaca de
uma crise que, na minha ótica, está mais na cabeça do que propriamente na economia. E
somado a isto, a incerteza do futuro, que leva à insegurança. Talvez por não estarmos
aquecidos em olhar o amanhã, não exercitarmos o não previsto. Ficamos nas glórias do
passado.
Notícias sobre a extinção de determinadas profissões, substituição
do homem pela máquina, não é um privilégio do presente. Isto sempre aconteceu! A
novidade, realmente, está na velocidade com que a informação chega. Quantas profissões
que foram da "moda" há poucos anos, que caminham para a extinção? Como?
Lembra-se por exemplo como Analista de O&M era o must nas organizações? E
agora? Mas não se pode esquecer de um detalhe importante, os que enxergaram a estrada,
provavelmente estão exercitando posições mais alentadoras.
Estes fatos que vêm ocorrendo, são absolutamente fantásticos.
Ambicionamos (sem excessos) e sonhamos mais, em busca da satisfação. Nada como um
"charutinho" aceso!
Talvez, o fato de ainda se estar vivendo com aquele
"sentimentozinho" de proteção, estabilidade, do "não se mexe no time que
está ganhando", é que esteja provocando alguma insônia.
Profissão do futuro. Ora, a nossa geração vem testemunhando uma das
maiores é mais rápidas transformações da humanidade. Informação no ato dos
acontecimentos e conhecimento ampliado significativamente em minutos ou horas. Assim, as
profissões terão o apelo mais impalpável ou conceitual ou seja, valores por ora
desprezados começam a ser percebidos mais atentamente e a emoção começa a se fazer
mais presente.
Como sou romântico, percebo que o gostar do que se faz e fazer o que se
gosta começam a ser tornar indissociáveis e as oportunidades se abrem para todos os
profissionais. Se tenho uma vocação e se acredito nela, será factível - o universo
conspirará a meu favor. Fica um alerta: se eu busco apenas uma atividade para atender a
uma necessidade momentânea, serei "vagão" e não a locomotiva. Não desperdice
o tesão!
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Fonte: http://www.marciobamberg.com.br |