Pitada do Especialista

Pitada do Especialista

Estou me tornando um pessimista?

Há poucos meses, a inércia da economia era comentada por discursos inflamados visando justificar as ações ou inações de anos anteriores. De repente, estamos sendo bombardeados diariamente e todos os dias com a “informação” da retomada do crescimento econômico, com a criação de novas vagas de trabalho, diminuição do índice de inadimplência, aumento de vendas no comércio e indústria, aumento na arrecadação tributária, etc., etc. Algo que pelo parece, teve um toque da “mão divina”.

Por sua vez, outros indicadores, tais como: a duplicação da população miserável no Brasil, oficialmente divulgada (que pode ser percebida a olhos vistos nas ruas das grandes cidades), bem como a redução e empobrecimento da classe média (engrenagem propulsora da economia em qualquer Nação), petróleo a US$ 46, 00 o barril, vedetes da economia (Alemanha e Japão, por exemplo) sem notícias de resultados significativos, aumento de juros nos EUA, medidas do governo central em aumentar a arrecadação a qualquer custo (redução da aposentadoria dos servidores públicos, como aconteceu esta semana, por exemplo!). As montadoras e seus resultados positivos: Bom, por que tanta promoção para venda de veículos no mercado interno? Leva-se a um questionamento: Será que o setor está bom mesmo ou apenas o atendimento de necessidade momentânea do mercado externo? No Rio de Janeiro, por exemplo, o governo estadual divulga aos quatro cantos a retomada da construção naval, com a geração de milhares de empregos. Por enquanto, vivemos apenas a perspectiva, pois em termos concretos, até o momento, não foi contratada a construção de nenhum navio. E, se o quadro da economia internacional mudar, certamente, ficaremos apenas na expectativa.

Outro dado interessante é a de que na minha rede de relacionamento, as pessoas têm demonstrado preocupação, com os próprios e pessoas próximas perdendo seus empregos. Os seus salários mensais mal têm durado quinze dias. O limite do cheque especial incorporado há muito tempo, nas finanças domésticas. E, apesar do esforço, a autoestima não está tão alta quanto querem promover.

É, quando escuto algo com muita intensidade, vem a minha cabeça a frase dita pelo Ministro da Propaganda Nazista, Joseph Goebbels: “Repita uma mentira mil vezes, que ela poderá se tornar uma verdade.” E, o Nazismo encontrou a sua verdade em abril de 1945.

Começo a me preocupar, pois questiono se o Brasil chegou ao paraíso e eu estou “condenado” ao inferno.

Primeiro emprego: factível ou mais uma falácia?

Nos grandes discursos, os apelos às causas sociais são o “mote” para a sensibilização das pessoas, buscado o engajamento, mesmo que temporário para o alívio do desconforto cotidiano através da palavra. Depois de “apreender” com os equívocos do passado, fico mais atento às fórmulas de alento.

Quando escuto algo como o início de uma grande mobilização, com ceticismo, analiso cada palavra, cada sentido para que não fique enebriado com o estado de satisfação passageira.

Quando no ano passado, no sentido de angariar posições à favor, nunca se discursou tanto em criação de novos empregos. Cifras de cartola, gerando a expectativa de 8, 10 milhões de novos empregos, diariamente eram massificadas nos meios de comunicação, gerando perspectivas para os ingênuos e expectativas para os práticos. E, … bom, parece que mais uma vez não havia nada programado, buscando-se paliativos no sentido de tentar minimizar angústias dos atuais e dos novos profissionais.

Noutra oportunidade, manifestei meu pensamento sobre a questão do desafio do século XXI – O emprego. Pelo que parece, infelizmente, continua atual e a tendência é a de que permanecerá como tal, sabe lá por quanto tempo. A questão do emprego (para os otimistas) e do desemprego (para os realistas), é e continuará sendo matemático! Quando ouço propostas de criação, nunca escuto sobre a manutenção. Ora, criar milhões de empregos é fácil, mas criar novos, mantendo os existentes torna-se o grande desafio.

O círculo vicioso que nos encontramos é óbvio. As pessoas vivem mais, precisam continuar a trabalhar, pois a sua irrisória aposentadoria ficou mais distante, anualmente milhões ingressam no mercado de trabalho, os experientes são substituídos pelos mais jovens, com menores salários, aperta-se o caixa da previdência, geram-se problemas sociais, atarraxam as empresas e as pessoas com impostos, enfim, este “saco sem fundo” tende a ficar pior. Os discursos sobre criação de empregos não levam em consideração alguns aspectos simples: as empresas para se manterem competitivas, adotam tecnologias, dispensando pessoas, em relação há alguns anos, a oferta de mão-de-obra quase que dobrou (basta ver o perfil masculino e feminino), por consequência, os salários despencam, o consumo diminuí e atividades cessam.

Bom, pelo menos vamos ter o “mico-empréstimo” de seiscentos reais com juros subsidiados, e poderemos comprar carrinhos de cachorro-quente ou de pastel.

Líder ou Chefe?

Existem muitas maneiras de identificar o líder ou chefe, especialmente nos momentos estressantes. A seguir, você encontrará algumas questões poderão servir de parâmetro para a sua autoavaliação, examinando suas competências e habilidades num processo de negociação.

A seguir você encontrará uma série de questões abordando o seu posicionamento pessoal frente a um processo de negociação. É importante que você marque a resposta da forma como você se percebe (não o ideal e sim como se comporta)

Este instrumento poderá auxiliá-lo, pois às vezes você pode pensar que está atuando de uma forma, quando na realidade está atuando de forma diferente.

A sinceridade neste momento é fundamental para que se possa, inclusive, reconsiderar alguns valores pessoais.

Marque com “X” o número indicado, à medida que a situação descrita corresponda à sua realidade.

A cada questão encontramos uma escala de O a 5, onde deverá ser registrada sua opinião a respeito. Quanto mais próximo de 0, isto mostra que mais dificilmente você reage à situação, e, quanto mais próximo de 5, isto está indicando que você pratica a situação.

Lembre-se de que a sinceridade de um líder começa com a percepção adequada de si mesmo.

1. Você acredita que os fins justificam os meios?
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2. Você tem absoluta certeza do que quer, transformando os seus sonhos em ações, através de metas mensuráveis?
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3. Antes de um processo de negociação, você procura identificar mais as limitações da outra parte do que as suas?
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4. Da mesma forma que para a questão anterior, você toma consciência de seus pontos fortes, como pessoa?
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5. Ao se iniciar um processo de negociação, você entra imediatamente na discussão para não haver perda de tempo?
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6. Quando você parte para uma negociação, os valores éticos e morais se apresentam como determinantes para a realização desta?
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7. Você acredita que vale a pena levar vantagem num processo de negociação, em detrimento da outra parte?
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8. Ao tomar decisões, você as classifica por ordem de grandeza muito importantes, importantes, sem importância ou urgentes?
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9. Para tomar uma decisão, você acredita que realizar pesquisas, simular situações ou mesmo examinar possibilidades é perda de tempo?
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10. Quando você decide fazer algo, você realmente faz?
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11. Quando você se encontra com alguém, não se importa sobre o que a outra parte pode estar pensando a respeito de você?
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12. Sabemos que a negociação começa muito antes do encontro entre as partes negociadoras. Você se prepara antes mesmo do encontro?
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13. Em negociações você usa mais a intuição do que aspectos mais planejados?
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14. Quando você não tem certeza sobre algo relativo a dados, por exemplo, consulta pessoas que possam informá-lo?
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15. Você se sente frustrado ao ceder em alguns pontos numa negociação?
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16. Você tem habilidade em reduzir a tensão entre as partes, no momento de se encontrar para negociar algo?
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17. Quando você está negociando, fala mais do que ouve?
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18. Numa negociação, você se preocupa com aqueles pontos que são essenciais à outra parte?
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19. Quando você está no final de uma negociação, levanta pontos ou dúvidas a respeito de itens já concordados?
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20. Quando você está negociando, preocupa—se em perceber novas necessidades ou prioridades da outra parte?
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21. Você fica indeciso ou sente dificuldade em fechar o negócio?
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22. Quando você está negociando, associa uma ideia, apresentando uma solução para a satisfação de uma necessidade?
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23. Quando termina uma negociação, você só avalia os resultados quando estes foram desfavoráveis às suas intenções?
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24. Quando a outra parte mostra sinais de não se importar com valores éticos e morais, você faz de conta que não ouviu?
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25. Quando você não tem condições de dar a decisão final, por questão de limites de autoridade, para tentar chegar a um acordo você “concorda” para não ferir suscetibilidades?
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26. Quando você encontra resistências em razão de uma experiência negativa da outra parte, mesmo sabendo que outras pessoas “pisaram na bola” você ignora este fato, encontrando outros argumentos ou inclusive assumindo o erro para tentar convencer a outra parte?
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27. Quando você apresenta as argumentações, acredita que a outra parte realmente o compreendeu?
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28. Você transmite à outra parte os valores nos quais realmente acredita?
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29. Quando você está negociando com a outra parte, você faz mais perguntas fechadas (para obter respostas do tipo sim ou não) ao invés de perguntas abertas (que provocam o raciocínio), para que uma dada interpretação não prejudique a negociação?
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30. Quando você inicia um encontro, aceita a possibilidade de fracasso?
( ) 1 ( ) 2 ( ) 3 ( ) 4 ( ) 5

Resultado

A seguir você encontrará um pequeno comentário a respeito do somatório das respostas.

Este serve apenas como um termômetro, indicando uma tendência.
Considere todas as questões pares: 2, 4, 6, 8, …, some as respostas e lance no campo (+); depois some as respostas das questões ímpares: 1, 3, 5, 7…, e lance no campo (-).
As respostas pares são positivas e as ímpares são negativas. Realize a soma. Ex.: Se você obteve 20 no campo (+) e 35 no campo (-), o resultado será 15.
+ 75
Por que você está fazendo esta avaliação?

+21 A +74
Você poderá sair-se bem como líder, mas há alguns aspectos a desenvolver.

+20 A -20
Repita esta autoavaliação depois de realizar reflexões e mudar alguns comportamentos. Fique atento!

-20 A – 74
Volte a considerar os itens. Pode ter sido muito exigente ou pode ter identificado algumas áreas em que terá que ficar muito mais atento.

– 75
É um caso perdido!

Continue se esforçando

Quando as coisas estão difíceis, a tendência é sentir-se desencorajado e fazer menos do que se faria normalmente.

Nada disso!

Esta é a pior ocasião possível para diminuir o ritmo. A melhor solução para o desânimo é duplicar ou triplicar os esforços. Você precisa conseguir algum sucesso no caminho que leva ao seu objetivo , ainda que pequeno, para sentir menos medo e se sentir motivado para continuar.

Mesmo que você esteja se sentindo frustrado, sem saber o que fazer, faça alguma coisa. Nada pode ser pior do que ficar parado vendo seus sonhos desmoronarem ao seu redor. Toda vez que você desenvolve uma atividade, você está abrindo novas frentes na estrutura de seu caminho.

Continue tentando.
Você trabalhou com afinco, e está certo de possuir um desejo intenso. Além disso, você tem um grande sonho e uma cruzada por uma causa que vai além da sua própria expectativa. Mas mesmo assim, as coisas não dão certo. Nada pôde impedir que você ficasse nessa situação que lhe dá pesadelos. Mas, chegou a hora de mostrar sua fibra. O desafio que você está enfrentando é o maior desde que você iniciou a sua carreira. E, como se não bastasse, você está diante da maior tentação que já teve, a tentação de desistir.

Está na hora de saber quem é vencedor e quem é perdedor.
Eu conheço esta situação como a palma de minha mão, pois, quando comecei a tentar formar um negócio para mim, passei noites em claro, achando que tudo estava perdido. Não conseguia perceber o que fazer para me erguer de novo. Não enxergava nenhuma solução possível para meus problemas.

Graças a Deus, eu não desisti nesta época em que minha vontade era tanta que eu já me sentia abandonando tudo. Mas sei como é isto. Nessas ocasiões a tentação pode ser avassaladora.

No caso de você embarcar numa dessas situações difíceis, use estes três princípios fundamentais, que vão ajudá-lo a manter-se firme.

Você é inteligente!

Assumir o comando de si próprio envolve o abandono de alguns mitos bastante difundidos. Encabeça a lista a ideia de que a inteligência se mede pela capacidade de resolver problemas complexos; ter certo nível de desempenho ao ler. escrever e contar; e resolver rapidamente equações abstratas. Essa noção de inteligência estabelece a instrução formal e o preparo cultural como as medidas da autorrealização. Estimula um certo tipo de esnobismo intelectual que acarreta resultados bastante prejudiciais. Passamos a acreditar que a pessoa com a maior coleção de prêmios escolares, a pessoa bem-dotada sob algum aspecto acadêmico (matemática, ciências, vocabulário gigantesco, boa memória para fatos sem importância, leitura a jato) é “inteligente”. Contudo, os hospitais psiquiátricos estão abarrotados de pacientes dotados de todas as devidas credenciais — bem como de muitos que não as possuem. O verdadeiro barômetro da inteligência é uma vida produtiva, feliz, vivida a cada dia e a cada momento presente de cada dia.

Se você é feliz, se vive cada momento pelo que ele vale, então você uma pessoa inteligente.

Saber solucionar problemas constitui útil complemento à sua felicidade, mas se você está ciente de que, apesar de sua incapacidade para resolver uma certa questão, ainda é possível escolher a felicidade — ou, pelo menos recusar-se a escolher a infelicidade — então você é inteligente.

Você pode superar o medo

Você pode se surpreender com a afirmação, mas a competição é apenas uma das razões para que as pessoas não tentem “fazer”. Existe uma outra razão muito forte para isso. Você jamais ouvirá as pessoas se justificarem com ela, pois ninguém gosta de admitir. Mas é certo que, a cada dez desculpas que você ouve, nove têm uma grande razão por trás: o medo.

O medo paralisa, o medo consome todas as nossas energias. Descarrega sua bateria. Ele o desgasta e, mesmo quando você faz alguma coisa que goste, você sempre se perturbará com o medo de que não esteja fazendo as coisas como deveria. Ele põe tudo a perder. Não adianta tentar disfarçá-lo, pois, se você estiver com medo, não conseguirá fazer nada construtivo. Só eliminando-o é que você conseguirá convencer uma pessoa.

O medo do fracasso pode limitar uma pessoa. Isso pode acabar com ela como indivíduo. Se uma pessoa se preocupa sempre com o fracasso, vai ficar tão ansiosa que terminará não conseguindo. Nós devemos estar preparados para todas as circunstâncias, mas não devemos nos preocupar com o resultado dele e sim com o objetivo, pois esta deve ser a mola propulsora.

O medo cria dificuldades imaginárias. Quando partir para o meu primeiro negócio independente, fiquei muito excitado. Eu estava me preparando para fazer isso há muito tempo, mas sabe o que aconteceu? Nunca fiquei tão intimidado. Eu era casado e tinha dois filhos, e tinha acabado de ser promovido na empresa em que trabalhava. O inimigo imaginário me dominou. Comecei a me perguntar se era bom o suficiente para enfrentar essa responsabilidade. E se eu não conseguisse? E se eu não passasse de um empreendedor medíocre? O medo é contagioso e se alimenta dele mesmo e se multiplica. Todo mundo percebe quando você está com medo de enfrentar algum desafio. As pessoas com quem se relacionam, sentem isso, e elas ficam esperando novos problemas, pois se percebem que você está com medo de alguma coisa, é provável que também exista algum problema com que eles tenham que se preocupar.

Assim, sempre que partir para a conquista de um objetivo ou mesmo atravessar um obstáculo, tenha em mente que você tem 50% de chance de sucesso e 50% de chance de fracasso, prá que se estressar. São dois pontos: no máximo, a realização, no mínimo o aprendizado.

Como enfrentar o espírito crítico?

Não deixe que a desaprovação alheia o impeça de fazer aquilo que você quer. Existem alguns recursos simples que podem ajudá- lo a lidar com indivíduos negativistas.

Ser criticado faz parte da vida. Ninguém consegue agradar a todo mundo o tempo todo. Estas são verdades bastante conhecidas que já fazem parte do nosso senso comum. Mas não há como negar: é bastante doloroso ser lavo de julgamentos desfavoráveis. Na realidade, poucos sabem com encarar esse problema e resolvê-lo . Mesmo se você tentar ficar na retaguarda, evitando confrontos, terá inevitavelmente de tomar decisões, ainda que menos importantes, e, pode estar certo, nem todo mundo irá concordar com elas.

Procure encontrar alguma verdade nas palavras dirigidas pelo crítico. Geralmente, os comentários dessa natureza trazem consigo algo de genuíno, mas suas cores são sempre carregadas. É sua tarefa saber distinguir essa face verdadeira e dela tirar proveito, modificando aquilo que está realmente errado com você. Por exemplo: digamos que seu chefe o acuse de ” nunca” chegar no horário. Embora essa afirmação possa ser exagerada, tome providências para melhorar sua pontualidade.

Aceite que muitos indivíduos enfocam constantemente os aspectos negativos de qualquer coisa, pois são pessoas infelizes consigo mesmas. Esse tipo de gente tem de extravasar seu ódio e sua frustração com alguém. E, naquele dia, esse alguém é você. Nesse tipo de situação, não critique a crítica, nem fique na defensiva. Resista à tentação de discutir com sue detrator, pois isso geralmente não leva a nada quando se trata de pessoas negativistas. Faça apenas algumas ressalvas em instâncias que, segundo seu julgamento, exijam atitudes mais firmes. Aí sim: deixe bem claro que você exige ser tratado com respeito.

Enfrente o espírito crítico com inteligência, procurando evitá-lo. Associe-se apenas a pessoas positivas, ou seja, indivíduos motivados por objetivos, movidos pelo gosto de ação e dispostos a prestar serviços. Convivendo nesse universo você desenvolverá as mesmas críticas daqueles que o cercam e poderá utilizá-las em seu benefício. Você mesmo irá tornar-se mais positivo em suas atitudes – um tipo de criatura sempre amada por seus semelhantes. Você pode escolher. Faça isso agora mesmo – junte-se às pessoas positivas, prestativas. Elas o impulsionarão na formidável escalada da montanha chamada “Sucesso”.

Indo além da Internet

… usando o seu network, na busca de uma nova ocupação.

Durante muito tempo, especialistas procuram defender estratégias de Networking para atingir o mercado de trabalho, visto que muitas oportunidades estão “escondidas”. Muitas vezes, elas não são anunciadas e estão apenas na cabeça daqueles que abriram as oportunidades.

A utilização do network é uma arte e ciência. Muitas pessoas acreditam que o network é apenas uma rede de relações, mas se usado de modo inteligente, você poderá obter resultados mais do que satisfatórios.

Em função de momento de sobrevivência, queimamos algumas oportunidades devido ao nossa alta taxa de ansiedade, pois bem, tem de ser controlada.

Quando se fala em network, existe a expectativa de que aquela pessoa tem uma oportunidade na mão. Não pense assim, tenha em mente de que o uso inteligente do network pressupõe a busca de informações, notícias e, também, oportunidades. Aquela pessoa que você procurou talvez saiba de uma oportunidade de trabalho numa determinada empresa ou conhece alguém de uma empresa que você tenha interesse. Portanto, mãos a obra: pergunte!

Um dos pontos importantes, não é apenas enviar currículos, uma questão que deve ser percebida é a de procurar oportunidades, mesmo não anunciadas. Lendo uma notícia em jornal, sobre investimentos em uma área ou empresas em específicos, pesquise na sua rede quem poderia criar o caminho para você, indicando alguém desta área ou empresa. Com certeza, suas informações serão lidas com calma, pois você foi indicado por alguém. Depois do anúncio de vagas, você terá um número razoável de concorrentes.

A grande maioria das pessoas são relutantes em visitar uma empresa, a menos que haja uma oportunidade de trabalho anunciada. Quem sabe, você realizando visitas não identifique “problemas” que possam ser resolvidos com as suas soluções. Você será o candidato exclusivo!

Planeje contatar ou pelo menos conhecer duas pessoas um dia. O mais visível que você estiver, mais oportunidades de trabalho aparecerão para você. Organize encontros com amigos, visite associações e sindicatos de classe, para ser tornar mais acessível indicações ou empregadores em potencial. Não se esqueça, duas pessoas por dia significam dez em uma semana e quarenta num mês.

Faça perguntas inteligentes. Empenhe-se e emocione o seu network com perguntas que demonstrem para que você é capaz. E, não fale somente, aprenda a ouvir pacientemente.

Lembre-se o que Shakespeare disse: “todo o mundo é uma fase “. Tome nota sobre pessoas e suas realizações. Perceba o que vestem. Esteja seguro de que suas roupas são adequadas, não cheiram a cigarro ou a perfume forte. Faça as unhas. Não esqueça de esfregar atrás das orelhas!

Não espere o “matrimônio” no primeiro encontro com o integrante de seu network e não pense que foi um fracasso o encontro, pois não Ter surgido uma oportunidade de trabalho. Afinal de contas, esta é a primeira vez em que você e seu companheiro se encontraram. Relações acontecem com o passar do tempo. Mantenha informações sobre esta pessoa e faça um registro criativo para encontrar razões adicionais de se encontrar com ela.

Ah! Um pequeno detalhe, se dar uma lembrança para alguém de seu network sai caro, escreva pelo menos uma carta de agradecimento. Esta atitude marca presença.

Sempre demonstre seu entusiasmo, mas não mate suas chances parecendo muito faminto ou necessitado.

Estão preparando a marca do pênalti…

Com o racionamento da energia, perspectivas não muito animadoras veem sendo divulgadas na imprensa e comentada por muitas empresas. Em questão de horas, milhares de postos de trabalho são extintos! No nosso país, fomos atingidos em decorrência da especulação financeira motivada pelos acontecimentos no país vizinho e pela incompetência daqueles que detinham (pelo menos se supunha) as informações sobre a perspectiva da falta de energia, pois há mais de dez anos já se falava no assunto, mas… Assim, as empresas não têm outra alternativa, procurando poupar o possível e, não conseguindo, rever suas estruturas, buscando dentro de um paradoxo, a economia na escala de produção, produzindo menos…

O quadro não é animador tanto pelos aspectos externos, quanto pelos internos e, a qualquer momento, o cadafalso é preparado…

A repercussão é perceptível, pois o veículo de imprensa que divulgava o maior volume de oportunidades no país (há três meses anunciava em seus classificados algo em torno de 2.500 ofertas semanais, hoje não publica mais de 800). Em decorrência desses fatos, temos de estar muito mais atentos, antecipando-se às eventuais oportunidades, pois a relação candidato por oportunidade, mais que duplicou.

Com as oportunidades divulgadas se escasseando, é hora de garimpar aquelas que ainda restam na cabeça das pessoas, nas empresas. E, antes de se atirar ou ser atirado a esmo nos “disponíveis do mercado” tenha consciência da decisão. Neste momento, a pró-atividade torna-se diferença na sobrevivência.

Puxando a brasa para a minha sardinha!

No último final de semana, fiquei analisando aspectos referentes as oportunidades de trabalho no país.

Com a crise da Argentina, ameaça de apagão, dólar incontrolável, etc o mercado transparente tem dado sinais de desaquecimento e diminuição no número de oportunidades disponíveis. Assim, torna-se mais que vital, a assertividade na busca de uma nova ocupação, evitando desperdícios e eventuais engôdos, que normalmente aumentam a ansiedade e, por que não dizer, a angústia.

Com paciência, analisei as diversas fontes disponíveis de informações a respeito do assunto e comecei a perceber, nas minhas conclusões, que, na velha expressão popular: “desespero de uns e alegrias de outros”; o quadro está ficando aparente, quase escandaloso.

Os jornais veem apresentando quedas nas oportunidades oferecidas, para todos os cargos de um modo geral. No Jobshopping, temos percebido que aumentou o número de consultas on-line, e relativa manutenção de ofertas anunciadas. Por outro lado, chamou-me a atenção algumas fontes que oferecem oportunidades de trabalho na casa dos 20, 30 e, mais recentemente, 70 mil oportunidades. Fiz alguns investimentos, para checar as informações, pois, nunca se publicaram tantas ofertas de trabalho, na contra-mão da economia. Cheguei a algumas conclusões interessantes: muitas oportunidades, para não dizer a grande maioria, estão vencidas, ou seja, com a perspectiva atual de desemprego, dificilmente vagas permanecem ativas por mais de 20, 30, 40, 90 dias; por sua vez, com tristeza, percebe-se que algumas fontes de oportunidades, que poderiam ajudar a diminuir a angústia social, apresentam dados no mínimo duvidosos, onde, para início de atividades, apresentavam um volume seis vezes superior ao número de clientes. Hoje, como começa a ficar difícil, conseguem apresentar o dobro.

Fica a pergunta: como as oportunidades oferecidas em relação aos clientes, na média 2 para 1, não aproveitam os profissionais aflitos?

A importância de viver o momento presente

Uma das maneiras de combater a paralisia – não importa quão branda seja – é aprender a viver o momento presente. Viver o momento atual, entrar em sintonia com o seu “agora”, constitui o ponto principal do viver pleno. Quando se pensa nisso, vê-se que não há realmente nenhum outro momento que se possa viver. O agora é tudo e o futuro não passa de outro momento presente, a ser vivido quando chegar. Uma coisa é certa: só se pode viver o futuro quando ele aparece. O problema, porém, é que vivemos numa cultura que menospreza o agora. Poupe para o futuro! Pense nas consequências. Não seja hedonista. Pense no amanhã. Prepare-se para a aposentadoria.

Evitar o momento presente constitui quase uma doença em nossa cultura e somos continuamente condicionados a sacrificar o presente em prol do futuro. Tiradas as conclusões lógicas, essa atitude representa não apenas evitar desfrutar o agora, como também perder para sempre a felicidade. Quando o futuro chega, torna-se presente e devemos então empregá-lo em preparações para o futuro. A felicidade é algo que pertence ao amanhã e, portanto, sempre ilusória.

Não se esqueça, o passado já foi vivido, o futuro é um mistério e o agora é uma dádiva, por isto é presente.

Crise: problema ou oportunidade?

Nos seminários e conferências nos quais tenho a oportunidade de participar, percebo que a “crise” política-econômica, dos males é o menor! Talvez, na realidade, estejamos vivendo uma crise muito mais perigosa e abrangente, que é a crise de vontade. Esta, sem dúvida, sem precedentes.

Esta é a crise que contribui para a não realização de sonhos, podendo ser encontrado em todos os degraus sociais e profissionais. As pessoas acreditam que podem mudar o mundo, mas a qualidade e quantidade de informações que as pessoas recebem, estão causando um estresse de vocação e identidade.

Diariamente, somos bombardeados por informações que nos forçam a pensar que somos incompetentes ou meramente descartáveis, fazendo com que percamos o tesão da realização, substituindo-o pela autopreservação.

Se realmente acreditarmos que vivemos um problema, certamente estaremos vivendo o problema. Mas, aqueles que trazem consigo um constante desejo de realização, basta apenas “estourarem as suas pontes” para ver os seus sonhos concretizados. Se ficarmos estagnados, aguardando a conclusão dos fatos, quando estes estiverem prontos, nós não estaremos. Perdemos o bonde…

Não querendo ser acadêmico, podemos ter a certeza de que pensando constantemente no futuro, tendo aprendido com as lições do passado, estaremos realizando o presente. O passado é um registro, o futuro é um mistério e o momento é uma dádiva, por isto é presente. A história universal e as nossas estórias cotidianas estão repletas de exemplos de realizações, independentemente das condições vividas por seus protagonistas. A determinação atual de alguns, certamente de transformará na inveja de muitos outros, face a sua incompetência de, no mínimo, realizar. Recentemente, com o “board” de uma grande corporação multinacional instalada em São Paulo, comparamos a situação da empresa com algumas nações, que no passado, deram saltos, evitando viver daquelas glórias de antigamente.

Se examinarmos, sob o ponto de vista do óbvio, os problemas de cada um, ficaremos surpresos que eles não são causados por fatores externos e sim internos. Afinal, o como, o quando, o onde, o quem e o porque, são responsabilidades nossas, afinal, quem escolheu o caminho?

A morte dos sonhos

Como os jovens, todo mundo tem esta sensação de Sexta-feira à noite.

O que acontece de errado quando a gente cresce? Por que existem tantas pessoa frustadas?

Na realidade, é muito simples.

Ao concluir os estudos, a gente descobre que aquele emprego tão promissor não passava de um engodo e, depois de mudar umas três ou quatro vezes de trabalho, é natural que a gente perca o entusiasmo inicial, principalmente porque, com o passar dos anos, o número de responsabilidades que assumimos cresce na mesma proporção de nossas decepções. Vai ficando cada vez mais duro lutar contra as armadilhas do mundo cão.

É assim até que, um belo dia, a gente acorda pensando que a vida nos pregou uma peça. Já não resta mais nem a sombra da empolgação do começo, quando tudo era possível, quando o mundo estava lá para ser conquistado, dependendo apenas de nós. É neste momento, perigoso, que muita gente desiste da luta!

Conheci pessoas brilhantes se achando medíocres e vulgares, resignando-se com as migalhas que a vida lhes oferece, deixando-se levar pela correnteza, como se não pudesse escolher o melhor caminho a seguir, como se não houvesse opções para o seu futuro. Não é só falácia, pois já passei por isto e sei como essas coisas acontecem, também tive os meus desânimos.

Mas, todo mundo pode contar consigo mesmo. E o primeiro passo para quem quer vencer é acreditar que não precisa de ninguém para chegar lá, mesmo que precise.

PDV

Quando ouvimos falar em PDV (Plano de Demissão Voluntária) começamos a perceber que reações, até antagônicas, começam a ocorrer onde, na maioria das vezes, paira a dúvida: devo topar ou não?

Existem PDV’s de diversos formatos e abrangências, onde as empresas que estão numa condição financeira favorável para investimento, ampliam benefícios e valores a serem pagos aos demissionários. O primeiro grande PDV anunciado, ocorreu há quase duas décadas, quando a IBM anunciou o seu plano, que ficou conhecido como o “Sopão da IBM”, e que sopão! E, depois começaram a ocorrer as “papinhas” porque as empresas que estavam revisando os seus quadros e aplicando a atividade, não tinham o mesmo fôlego necessário.

A grande dúvida está em aceitar ou não. Aí começam as variáveis pessoais, que cada um poderá confirmar ou não. Por isso, o título tem parênteses para que cada um tire a sua conclusão.

Quando nos processos de reorganização, reestruturação, fusão, etc o plano é lançado, na expectativa de que parte do quadro aceite e a empresa diminua o seu desgaste, perante a opinião pública, com as necessárias reduções de quadro. Bom, a expectativa é a de aqueles com “menor vida útil profissional” aceite, recebendo alguns valores para desenvolver algum negócio ou a própria manutenção até a aposentadoria. Mas o que ocorre? Quando os valores passam a ser atraentes, aqueles de espírito mais ousado é que aceitam fazer o plano e, aqueles que se julgam “velhos”, apresentam a normal insegurança em aceitá-lo. No passado, experimentei um PDV, mas como não tinha o tempo de casa necessário para receber os benefícios e valores, aproveitei apenas o momento para dar novos rumos à minha carreira profissional. Por sua vez, testemunhei que muitos dos profissionais objetivados pela empresa não aderiram, e a forma como foi aplicada gerou um descontentamento nos profissionais mais jovens, que buscaram novas oportunidades. O descontentamento existe porque muitos daqueles que estão encarregados de realizar o processo, utilizam-se do momento para “chantagear” ou forçar a barra em cima daqueles, que por motivos pessoais ou capricho, querem que saiam da empresa.

Por sua vez, fica a questão, e se eu não aceitar? Muitas empresas esperam que os profissionais objetivados aceitem, pois se isto não ocorrer (em termos quantitativos e qualitativos), o “bilhete azul” será dado de qualquer forma e sem o ônus do PDV, assumindo-se apenas o desgaste pelas demissões. Portanto, cabe a cada um fazer um exame de consciência sobre as suas condições profissionais (empregabilidade) para verificar se vale a pena correr o risco de aceitar ou, mesmo, de não aceitar.

Já observei que muitas pessoas aplicam os recursos auferidos em PDV’s e coisas, que eu não faria: trocar o carro, pintar a casa, comprar móveis novos e “tirar férias prolongadas”. Tem-se que ter em mente, que os recursos são reservas de manutenção ou valores que podem ser aplicados em algum investimento. Claro que muitos já tem algo em vista, mas muitos outros mais, correm o risco de cair nas mão de oportunistas, oferecendo “gato por lebre”.

Existem muitas histórias de pessoas que se deram bem com padarias, bancas de revistas, pequenas indústrias, serviços e etc., mas é importante Ter em mente se existe o espírito empreendedor, o do risco. Pois se muitos ficam felizes com as alvoradas, outros ficam arrependidos de acordar as quatro da manhã e ir para a cama à meia noite, inclusive nos domingos e feriados.

Sou suspeito em sugerir que se aceite, pois mesmo sem receber nada, topei! Entretanto, voltando àquela máxima, “qual é o meu objetivo de vida?” Isto é o que importa. Pois se você tiver certeza a respeito dele, ele vai acontecer mais cedo ou mais tarde.

Agora, se você não estiver muito animado com a ideia de colocar valores em um negócio, perceba-se como profissional, verifique o tempo que poderá ficar disponível no mercado e aproveite este tempo para aperfeiçoar um idioma por exemplo ou buscar os conhecimentos necessários para procura, conquista e desenvolvimento de uma nova ocupação.

Como enfrentar a entrevista?

Cuidados vão da escolha da roupa ao vocabulário utilizado.

Frio na barriga, nervosismo, insegurança. Essas são as sensações que geralmente dominam candidatos a um emprego na hora da entrevista. Para quem tem esta difícil missão pela frente, seguem algumas dicas de como se comportar diante dos possíveis empregadores, bem como quais são as formas mais atuais de entrevistar um candidato.

É na entrevista que os candidatos demonstram ou não falta de entusiasmo, insegurança e outras características capazes de derrotá-lo. Portanto, uma postura positiva e firme sempre causam boa impressão. O currículo pré-seleciona o candidato, e o que decide mesmo é a impressão do entrevistador.

Os quatro tipos de entrevistas mais comuns atualmente são por telefone, o convencional, realizado durante um almoço e em comitê.

No primeiro, há um telefonema inicial em que alguém faz perguntas sobre sua carreira profissional. Neste caso, o candidato deve responder somente o que for questionado. Ele deve deixar claro que aguarda uma oportunidade de falar pessoalmente sobre suas experiências e ideias.

Na entrevista convencional, o candidato é convidado a ir a empresa. Neste caso, a melhor atitude diante dos entrevistadores é mostrar conhecimento. As respostas devem ser claras e objetivas o que faz com que a pessoa possa responder a um maior número de perguntas.

Se a opção adotada for a do almoço, o objetivo é testar com mais profundidade as características pessoais do candidato. A avaliação prosseguirá mesmo se a conversa tomar rumos pessoais. O anfitrião é o primeiro a consultar o cardápio e o candidato deve pedir um prato mais ou menos do mesmo preço. Fumo e bebidas alcoólicas devem ser evitadas mesmo que lhe se sejam oferecidos.

Quando a seleção é em comitê – normalmente utilizada na etapa final do processo de seleção – a pessoa é “bombardeada” com perguntas simultâneas. A melhor forma de enfrentar esta entrevista é permanecendo tranquilo, respondendo a uma pergunta de cada vez, e não se deixando confundir.

Em todos os casos, o visual do candidato sempre conta muito. A roupa deve ser discreta, assim como maquiagem no caso de mulheres. Para os homens o trio calça social, camisa e gravata sempre são a melhor opção.

Muitas pessoas perseveram quase o suficiente

Quais são os principais problemas interiores de nosso tempo? Ao aprofundarmos os motivos de pertubação das pessoas, tais como insegurança física, desemprego e instabilidade econômica, quais os conflitos básicos? Acredito que mais que perturba são infelicidade, incapacidade para tomar uma decisão sobre o casamento ou carreira, desespero generalizado, falta de objetivo na vida, e assim por diante. Mas o que se encontra sob tais sintomas?

Seriam os conflitos entre o instintos e os “tabus”? Sentimentos de inferioridade, incapacidade e culpa? Competição entre os indivíduos?…

Ou será o vazio, ou seja, ser apenas uma coleção de espelhos refletindo o que os outros esperam?

Entre o “sofrimento homeopático” e a “dor alopática”, opte pelo segundo, na perseguição de seus sonhos e objetivos.

Ética

O equilíbrio do executivo

Vivemos um momento interessante, onde o País é varrido por revisão de valores em todos os seus sentidos. Um deles é a questão da “Ética”. Buscando a sua definição, temos que “ética é a ciência da moral, disciplina filosófica que tem por objeto de estudo os julgamentos de valor na medida em que estes se relacionam com a distinção entre o bem e o mal”.

Mas, afinal, o que é o bem ou o mal? Os fins justificam os meios? Devem-se levar as considerações em termos relativos ou absolutos?

Esta questão permeia nosso dia-a-dia. Em certos momentos acreditamos que foi “má” aquela promoção ou permanência do nosso colega ao lado. E, eu que sempre fiz tudo “direitinho” fui preterido ou desligado. Como fica? Neste momento, eu pergunto: fez “tudo direitinho”, mesmo? Será que estive atendo às minhas atitudes e valores? Estive em busca de alguma coisa, e as empresas e o mercado outra? O bem e o mal são relativos, não nos esqueçamos, pois dependerá apenas do momento.

Em pesquisa realizada junto a executivos das maiores empresas do país, chegou-se ao seguinte resultado: o mercado percebe como mais importantes, de cinquenta itens avaliados: Habilidades e competências – visão estratégica, capacidade de liderança, capacidade de decisão, foco no resultado, capacidade de negociação; Atitudes e valores – integridade, ética no trato das questões profissionais e aspectos sociais, motivação, atitude pró-ativa, empreendedorismo; e, Conhecimentos – visão da empresa, outros idiomas, perfil generalista, tecnologia da informação e experiência. Conclusão: considerando que os itens por grupos foram classificados pela ordem acima, conclui-se que no caso de não tiver habilidades e competências, amparadas em atitudes e valores consistentes, não serão suficientes ou mesmo de nada adiantarão os conhecimentos. Voltemos à Ética. Antes de afirmarmos que algo foi “do bem” ou algo foi “do mal”, avaliemos se não fomos os responsáveis pela oportunidade para o acontecimento!

Um dado de realidade, no mínimo curioso: visitando um dos mais completos sites de busca da internet, procurei pela palavra ética. Em português, foram achadas 171.376 palavras (ética) e em inglês, 44 (ethics). De duas uma: ou o mundo tem o conceito tão arraigado em seus valores, que não precisam discutir ou lembrar o tema ou o Brasil, apesar de estar mais exposto aos problemas que envolvem ética, está mais atento à questão.

Generalista x Especialista

Achei interessante uma piadinha sobre consultores: “Num determinado dia, o muro que separa o céu do inferno apareceu todo pichado. São Pedro incomodado bateu na porta do inferno procurando o Diabo. Os dois conversaram sobre a situação e que aquilo não podia acontecer, etc Então, os dois marcaram um novo encontro na semana seguinte, onde estariam acompanhados de consultores para o diagnóstico da pichação e sugestões para resolver o problema. Na semana seguinte, o Diabo, conforme combinado, estava no local exatamente as duas horas. E nada do São Pedro. Passadas cinco horas, o Diabo e os seus assessores já estavam incomodados, quando lá no horizonte aparecia o São Pedro vindo em sua direção, sozinho. Quando se encontraram, o Diabo questionou: – São Pedro, você não ficou de vir acompanhado de consultores para resolvermos a questão?; ele retrucou, meio ofegante: – Sabe Diabo, passei a semana inteira procurando consultores no céu para me auxiliar e não encontrei nenhum”.

Piadas a parte, de vez em quando, surgem temas que provocam entusiasmos e apreensões. Em muitas oportunidades já fui perguntado sobre as novas qualidades dos profissionais modernos. Tornou-se praxe em dizer que o profissional moderno tem de ser bom naquilo que faz, ter um segundo idioma, usuário de informática e outras características. Hoje em dia, fala-se muito sobre a necessidade do profissional ser generalista, tendo de conhecer de tudo e sobre tudo. Bom, como atuo a doze anos como headhunter, comecei a pensar sobre o assunto e sobre estas palavras que muitas vezes comentei…

A perspectiva do generalista frente ao especialista torna a coisa estranha, pois todo mundo fala no profissional generalista e na hora de contratar os serviços de um, busca o especializado numa determinada área (Ah! Isto ocorre no mundo). Sempre me pergunto se na hora de examinar o coração, deverei contratar um Cardiologista ou um Clínico Geral? Se na expectativa da existência de generalistas e especialistas, por que as pessoas e as empresas, procuram terceiros com conhecimentos específicos? Quando criança, até mesmo adolescente, meu Pai sempre dizia: “Faça uma coisa de cada vez, para que faça bem feito…”

Mesmo não pleiteando um lugar no céu ou mesmo não desejando ir para o inferno, na minha opinião, houve uma má interpretação. Será que não confundiram a expressão generalista como sendo aquele indivíduo que tem uma facilidade de acomodação e flexibilidade à novas situações, envolvendo mais os aspectos comportamentais/atitudinais do que conhecimentos? Prestei serviços a grandes empresas cuja carreira de seus profissionais se realizam dentro da mesma área. Pois, naturalmente, são respeitadas habilidades, aptidões e características pessoais. Por exemplo, pegue um homem de vendas e coloque na Contabilidade e vice-versa. Vai dar certo? Se der, pode estar ciente de que o homem de vendas não era de vendas e o outro não era da Contabilidade. Pode estar certo de que na hora da escolha sobre alguém, a opção será por aquele que conhece a sua praia.

Se o trocador do ônibus for substituído pela catraca eletrônica e este não tiver habilidade para trabalhar na linha de produção desta mesma catraca, lamentavelmente, será um excluído… é a dura realidade. Pois só tenho notícias de um generalista que conhece, aplica e age sobre tudo – Deus. Talvez, estejamos um pouquinho aquém desta realidade. Portanto, gostaria de chamar a atenção dos profissionais e, principalmente, dos pré-profissionais de que ao invés de buscar a generalidade, trabalhe a especialidade com criatividade. Seja ímpar naquilo que faz e faça com gosto! E, para finalizar, desculpem-me os generalistas, mas na hora que tiver problemas com o coração, irei procurar o cardiologista mais especializado!

O equilíbrio do executivo

A todo instante, conhecemos muitos profissionais em atividades ou não. Alguns, com uma bagagem de conhecimentos invejável, e outros nem tanto. Entretanto, percebemos que nem sempre os “teoricamente” mais preparados apresentam facilidade de se encontrarem, somando as suas ambição, determinação, consistência e eventuais outras qualidades às das empresas.

Por quê?

Como os seres humanos, as empresas também apresentam um “tipo biológico”, que as diferem entre si. Pode parecer óbvio, mas muitos não percebem esta diferença. Existem as grandes, as pequenas, as tímidas, as agressivas, as apáticas, as vegetativas, com os seus respectivos objetivos pré-definidos, as sem rumo, as bonitas, as feias, etc. Assim sendo, o “casamento” do profissional com a empresa, traduz o que acontece na natureza. As disposições e ações, mesmo que antagônicas (discussão felizmente provoca evolução!) devem ser ponderadas e sensatas.

No dia-a-dia, assistimos a empresas e pessoas que têm tudo para dar certo, mas ocorrem solução de continuidade. Na maioria das vezes, a falta de equilíbrio de forças, conhecimentos, favorecem ao rompimento. Se analisarmos com cuidado, verificamos que as pessoas tentam fazer a sua empresa ou onde trabalham à sua imagem e semelhança. Pior ainda, os que querem fazer isto no mercado. São posições iniciais de querer transformar o meio em que executa suas ideias, de forma as vezes, forçada.

Todo processo de evolução é complexo, pois se tenta compatibilizar vontades e desejos, muitas das vezes, heterogêneos. E, aqueles que apresentam um maior cabedal, tendem a um orgulho, que não favorece a um adaptação meio. E, esta vicissitude não permite a visualização clara entre as relações, possibilitando a um desgaste do tipo perde-ganha, cujo resultado na sua essência é a de que todos perdem.

Ouvimos testemunhos de que existem soluções para este ou aquele problema, afinal todos são solúveis. Mas para transformar as soluções em ações, requer-se um princípio fundamental – a confiança. Esta não se verifica apenas em palavras e muito menos em um curto espaço de tempo. Ela não é dada, é conquistada, através da credibilidade, coerência, sinceridade, através de acertos e, principalmente, no reconhecimento dos próprios erros.

Os fatos nos demonstram que aqueles que despontaram muito rapidamente, prescindindo da confiança, não poderão dar o seu testemunho, pois foram efêmeros. Assim, para aqueles que agonizam o fato de não permanecerem ou não serem aceitos, sejam humildes e persistentes. Sejam como água mole, que de tanto bater, no tempo, fura. Mas, se bater com muita rapidez, não fura, evapora.

Otimizando o uso da internet para a busca de uma nova ocupação

Há algum tempo ensaio algum texto abordando o tema e, finalmente, após contar, classificar e qualificar informações no meio eletrônico, sinto-me mais seguro em chamar a atenção para algumas abordagens realizadas visando as carreiras profissionais.

Em tese, o recurso eletrônico é de extrema utilidade e facilidade, entretanto, alguns cuidados podem e devem ser observados no sentido de que informações enviadas tenham utilidade, qualidade e, principalmente, que corram o maior risco para serem analisadas.

Devido a facilidade e previsível velocidade, os profissionais comentem pequenos “deslizes”, que na expectativa de sucesso, em função de desperdício de energia, tempo, provocam mais frustrações do que satisfações.

A facilidade de enviar um currículo para “trocentos” e.mails, simultaneamente, faz com que muitos dados não cheguem aonde deveriam, bem como o desapontamento pela falta de algum retorno. No sentido de facilitar o entendimento, mencionarei estas questões, que fazem parte do meu dia-a-dia, que talvez poderá otimizar resultados e mais, clarear os aspectos atuais da carreira de cada um.

Diariamente, recebo mais de uma centena de e.mails, com os mais diversos conteúdos e, talvez pelo fato de ser meio louco, leio a todos, bem como informo sobre a sua leitura. Destes, em torno de 50% são referentes ao tema carreira, que trazem currículos anexados ou pedidos de informações de empregos. E, a grande maioria não tem a sua apresentação adequada, dificultando ou inclusive atrasando eventual contato, pondo em risco a perda de uma oportunidade.

O que observo na sua maioria e o que recebo:

Endereços eletrônicos

Em muitos momentos, preocupante , e em outros, hilário e trágico
Reforço a necessidade de utilizar uma caixa postal pessoal para envio de currículos e pedidos de emprego, pois, além de deselegante, o profissional corre um risco desnecessário de perder o emprego por usar o e.mail da empresa em que trabalha para tal finalidade. Fico incomodado quando envio a resposta para o e.mail da pessoa na empresa, pois fico com a sensação de que alguém, além do destinatário pode ler e, pimba, pode ser desligado do emprego. A falta de preocupação com o nome da caixa postal é outro problema. Já vi muita coisa, que, inclusive, deixou-me estarrecido. Nomes, tipo: garoto@…., queridinha@…, gostosadeipanema@…, kidgostosao@…..; enfim, uma variedade que certamente afastarão as oportunidades ao invés de aproximá-las. Sinceramente, como você responderia a um e.mail nominado de fodao@…….? Assim, o cuidado neste pequeno detalhe, é observado. Recomendo que os e.mails fiquem com os nomes dos remetentes, pois, além de facilitar a vida de quem os recebe, identifica-se de imediato.

Assunto

Outro detalhe importante, especialmente quando se sabe que uma oportunidade está em aberto. Normalmente, os usuários mencionam: “currículo”, “currículo em anexo”, … O assunto é a referência a algo, assim, deve-se mencionar, claramente, o propósito daquele e.mail: “currículo para a oportunidade X”, “currículo para oportunidade futura de Y”; pois, a falta de identificação clara, certamente colocará aquela correspondência para o final da fila. Além, é claro, do risco de perde-se.
Estando o profissional atento à sua carreira, deverá analisar e ter uma ideia para onde envia seus dados, pois será mais assertivo além de ter um controle mais preciso de oportunidades de trabalho. Por atuar na área, parte-se do pressuposto de que tenho todos os tipos de oportunidades, assim, recebo de tudo, inclusive, há um canal de comunicação no site, entretanto, grande parte das informações que recebo são descartadas em função do mercado em que atuo (Posições de direção e gerenciais). Normalmente, mantenho o registro de Diretores e Gerentes, que é o meu foco, e para outras posições, em função da solicitação dos meus clientes, socorro-me nos sites especializados em manutenção de banco de dados: Jobshopping e Manager, entre outros. Recomendo, portanto, que o usuário avalie o destino dos seus dados, para que não sejam apenas descartados.
As informações, propriamente ditas

Neste ponto, bom, é outro desespero… Envia-se currículo no corpo do e.mail, em arquivo word, texto, pdf, excel, power point, gif, jpg, enfim, nos mais variados formatos. É o seguinte, se o currículo não vier no corpo do e.mail ou em arquivo word, certamente será dos últimos a serem lidos e na maioria das empresas nem será lido. Assim, deve-se ser mais conservador para o envio de informações. Pelo amor de Deus!!!, não envie o link para o currículo ser visto na internet, pois a chance de ser visto é praticamente zero, especialmente quando não há referência ou as qualificações profissionais não vão de encontro à oportunidades existentes.
Quanto ao conteúdo, no “Diário de Bordo”, tem uma sugestão para elaboração de currículo. Pode não ser o melhor, mas certamente ficará mais inteligível. Já recebi currículo com 13 MB. Pode?
Em resumo:

No sentido de contribuição, de forma mais objetiva, seguem algumas dicas:

e.mail – tenha uma caixa postal para tratar a sua carreira. Evite apelidos e outros títulos. Que seja o seu nome completo;
envio de e.mails – analise a real possibilidade de alguém ter interesse em suas competências profissionais em face de oportunidades existentes;
quando enviar e.mail para uma lista, tenha o cuidado em colocá-la no modo oculto;
ao enviar u currículo anexado, coloque o seu nome e função no arquivo. Sendo mais detalhista, a data da sua elaboração. Como exemplo: José da Silva – Gerente Comercial (05.2007);
no “Assunto” do e.mail ponha a referência: “Candidato a uma vaga de …….”;
nas respostas aos anúncios publicados em jornal ou internet, leia-o com atenção, pois normalmente acompanham algumas orientações para envio dos dados e se não forem utilizadas, os seus dados não chegarão à tempo no lugar certo;
sem mensagens religiosas se não estiver claro que o destinatário partilha da sua fé religiosa. “Só Jesus salva!”, “Salmo número tal.”, “Deus é fiel.”, ao invés de ajudar, prejudicam;
os textos podem e devem ser claros, objetivos, limpos, evitando-se a “melação”;
atenção!!! Como headhunter, recebo inúmeros e.mails com o texto: “que a sua empresa é isso ou aquilo e gostaria de fazer parte do seu quadro de colaboradores”. Não estou contratando ninguém;
quando não solicitado, envie e.mail, currículo e cartas, no idioma oficial de quem o lerá;
avalie as fotos que enviar, pois algumas são assustadoras. E, outras não estão preparadas ao fim a que se propõe;
e, o principal, o próprio currículo enviado. Utilize o corretor de texto. Se tiver dúvidas, consulte o dicionário;
tenha cuidado com as comunidades virtuais e listas nas quais participa, pois dependendo do que você gosta, não é apreciado por quem está analisando os seus dados. Além do mais, será considerado o tempo que destina para tais atividades;
as informações mantidas em sites especializados de banco de dados profissionais, devem ser atualizadas frequentemente. Quantos profissionais deixaram de ser localizados ou chegam atrasados?;
Assim, a facilidade, a versatilidade, a agilidade e outras “dades” , da virtualidade, podem se tornar aliados ou adversários, cabe a você decidir.

Sucesso!

Por que apoiar o demitido na continuação da carreira?

É comum empresários pensarem que, montando um pacote amortecedor da demissão, o tal cala-boca, composto de um valor em dinheiro extra – exigência legal mais extensão de benefícios por um espaço de tempo, resolve- se o problema do colaborador demitido. Contudo, a coisa é muito mais complexa. O rompimento de uma carreira é sempre uma situação traumatizante. E para os dois lados.

Sem dúvida, o pacote indenizatório ameniza temporariamente o abalo emocional e a profunda sensação de perda causada pela demissão. Mas ao se defrontar com a realidade do mercado de trabalho, é que vão se aflorar as dificuldades para o demitido. Vamos examiná-las.

Embora o mercado de trabalho esteja aquecido com a retomada da atividade econômica, o demitido vai esbarrar com um grande número de profissionais qualificados desempregados, frutos dos programas de reengenharia, downsing e da chamada década perdida da economia brasileira. E esta gente estará disputando as mesma posições com ele.

Em geral, os profissionais demitidos exibem longo tempo de permanência no emprego. A proteção oferecida pela “gaiola de ouro” da empresa embota a sua percepção mundo. A janela com que enxergam a vida exterior é muito estreita. Frequentemente, por fidelidade à empresa e pelo conforto da rotina, eles recusaram convites de headhunters para examinar novas propostas de emprego. E o mercado de trabalho simplesmente virou de pernas para ar nos últimos anos. Como ele vai encontrar a nova ocupação antes de se esgotarem as suas reservas?

Demitir é uma tarefa desagradável, difícil de ser conduzida. Porém, é uma tarefa cuja frequência aumentou em função das aceleradas mudanças por que passam os negócios, traduzidas pela globalização da economia, avanços tecnológicos, acirramento da concorrência, fusões, incorporações e privatizações de empresas, relocação e fechamento de unidades, queda da fidelidade entre empregador e empregado.

Daí então ter surgido o outplacement, criado pelas economias de mercado do mundo ocidental para fazer frente à crescente mobilidade de pessoal.

O outplacement real

Atual no mercado um largo número de consultorias que oferecem serviços de outplacement, na sua maioria a pessoas físicas, aproveitamento a atual maré de desemprego. Como em qualquer atividade humana, existem empresas mais ou menos idôneas, com níveis variados de competência e qualidade de serviços. Diante disso, antes de avançarmos em nossas considerações, vamos conceituar claramente o que é outplacement.

Existe nos Estados Unidos a AOCFI (The Association of Placement Consulting Firms International), entidade que regula a atividade internacionalmente. Segundo ela, outplacement deve ser definido como o processo estruturado em bases profissionais, destinado a apoiar o empregado demitido abordar o mercado de trabalho de modo organizado e disciplinado, e assim obter uma nova ocupação do menor espaço de tempo possível, promovendo uma transição como o mínimo de trauma e stress.

Como existe concordância dos autores com essa definição, vamos desdobrá-las em seus vários aspectos e benefícios para a empresa patrocinadora de outplacement e para o demitido. Comecemos pelo chamado employability

Employability

O conceito de employability, capacidade de emprego, tem sido uma das saudáveis discussões no meio empresarial quanto à administração de recursos humanos. Por meio dele, a empresa avalia suas condições de atrair os talentos adequados aos seus quadros, as oportunidades que oferece para o crescimento profissional, as políticas de gestão de RH, inclusive as de terminação de carreira, salários e benefícios, seus produtos e serviços, sua imagem pública, entre outros valores.

Resumindo, estes são os fatores que tornam a empresa empregável, atraente como ofertante de emprego na percepção da comunidade em que opera.

Pelo lado do empregado, nós, orientadores de carreira, enfatizamos que employability significa a necessidade da constante revisão da sua bagagem de competências, habilidades e atitudes, sua atualização e reciclagem de conhecimentos, de modo que seu produto profissional continue atraente para o mercado. Enfim, que o profissional seja empregável nas empresas do segmento em que ele milita.

Sob a óptica da capacidade de empregar, o outplacement beneficia as duas partes. Para a empresa, revela uma atitude de responsabilidade social para com a sua força de trabalho, ao oferecer-lhe um apoio na religação a carreira. Além do aspecto humano da questão, o outplacement acalma os empregados remanescentes, previne boatos no mercado e problemas com sindicatos e entidades de classe, evita comentários desfavoráveis na empresa e arranhões na sua imagem pública, preservando a sua empregabilidade.

Para o empregado, sob a orientação e estímulo de um profissional especializado, ele vai ter a oportunidade de revisar sua carreira, buscar os meios para a sua reengenharia pessoal, localizar seus novos caminhos, e assim, continuar empregável.

Como admitir, demitir, ...

Demissões

Demita quando estiver pronto!

A maioria dos empregados que são demitidos espera por isso e acredita que eles o mereçam. A mediocridade domina em muitas empresas porque os superiores não tem coragem de demitir os parasitas e os improdutivos. Todo mundo sofre: O empregado que mantém o emprego, mas nunca progride; colaboradores valiosos que ficam desencantados e saem; aqueles que ficam porque pode acontecer, sentem uma identificação com o medíocre; e, é claro, o departamento, a divisão e toda a empresa. Manter um empregado indesejável não beneficia a empresa nem o empregado. Entretanto, antes de demitir, verifique os registros de empregado e tenha certeza que as razões para a demissão estejam bem documentadas e fundamentadas.

A luta para aqui

O término de contrato deve sempre ser manejado pela autoridade mais alta com a qual o empregado lida em base regular. Esta é uma responsabilidade que nunca deve ser delegada. E faça-a pessoalmente! Um empregado demitido merece mais do que um “bilhete azul”.

O que saiu errado ?

Minhas avaliações indicam que na maioria das empresas, põe-se a culpa no gerenciamento quando um empregado tem que ser demitido. Então, a pergunta que você tem que fazer é o que o levou a contratar a pessoa em primeiro lugar e o que você pode fazer para evitar que o mesmo erro ocorra novamente.

Processar ou não processar… Não mais a questão

  • Ser processado por um ex-empregado por ser “injustamente” demitido agora é parte de nossa sociedade geralmente ociosa. Vale a pena uma empresa rever cuidadosamente seus procedimentos de demissão e seguir os seguintes passos para cortar a possibilidade de perder uma ação legal:
  • Formalize as condições de demissão. Deixe claro de antemão o que justifica a demissão;
  • Nunca prometa segurança, e não deixe o manual de seus empregado se parecer com um contrato de trabalho;
  • Mantenha registro de todas as realizações e conduta de trabalho insatisfatórias;
  • Insista em revisões regulares de realizações e mantenha registros dessas revisões, caso uma decisão de demissão deva ser defendida;
  • Considere mais frequente o uso de contratos de trabalho que, entre outras coisas, contenham condições sob as quais os empregadores possam demitir um empregado;
  • O mais importante, faça com que o conselho legal da empresa reveja os panfletos e manuais de seus empregados nos quais as regras, regulamentos e condições para a demissão estejam declarados

O quadro total

Não descarte automaticamente alguém que tenha sido demitido. A maioria das pessoas já foi despedida pelo menos uma vez, mesmo que tenha sido quando servia sanduíches em lanchonete, enquanto era jovem.

Quando em dúvida …

…sobre candidatos que sejam igualmente qualificados… contrate a pessoa que mais quer o emprego.

Pressão

Se o profissional certo para uma oportunidade não tiver sido encontrado e houver pressão, não hesite em recorrer a auxílio externo. Para oportunidades que parecem difíceis de serem preenchidas, o investimento no Caçador de Talentos, certamente é muito mais econômico do que uma necessidade não preenchida.

Aqueles que vão embora

Um adiamento

Evite fazer uma contra-oferta a um empregado que anuncia a decisão de sair. A maioria das pessoas que aceitam um contra-oferta, sai em menos de um ano de qualquer modo.

Cinco maneiras certas de se perder bons profissionais

  • Deixe seu cargo subir à cabeça.
  • Fale mal de outros colaboradores, na frente de um bom empregado.
  • Roube o crédito do trabalho de outra pessoa.
  • Espalhe vários rumores sobre outros empregados.
  • Ignore a individualidade de um bom empregado.

Não no escritório

Estabeleça uma política definida de que os empregados não devem passar o tempo do escritório conversando com recrutadores que estejam interessados em recruta-los. E, a política deve incluir uma proibição de dar nomes de “pretendentes” de dentro da organização.

Procurando ao redor

Vale a pena estar alerta para sinais de um empregado que esteja procurando outro emprego. Alguns exemplos: Almoços mais longos e ausências frequentes, que podem significar entrevistas de emprego. Muitos telefonemas pessoais podem significar a mesma coisa. Um empregado que de repente esteja mais bem vestido do que o normal e arrumado deve estar se arrumando para entrevistas a emprego. Uma escrivaninha mais arrumada do que o usual pode, sem dúvida, ser o resultado de estar levando coisas pessoais para casa. Também, procure mudanças de atitude e uma mudança no esquema de férias.

Comprometendo

Nunca o último a saber

Informe a todos dentro da empresa sobre os novos desenvolvimentos, antes de contar ao público em geral.

A caixa de sugestão não é um caixão

Não se preocupe em fornecer uma caixa de sugestão aos colaboradores, a menos que você vá ler seriamente as sugestões, e agir sobre as boas. Se você não o fizer, a sugestão final de um colaborador seria a de enterrar a caixa.

Tem toque de classe

Seja criativo com títulos, mas esteja certo que o título sirva para a função. Um título pode ir longe ao acrescentar prestígio a um posição e levantar a moral. Também evita que um empregado especialmente valioso procure outro lugar.

Mais incentivos do que vaias

Reconheça e recompense bons trabalhos e hábitos, ao invés de sempre procurar criticar e punir os maus.

Entre nós

Critique em particular.

Gerenciamento

Horário inferior ao normal

Se ninguém em sua empresa fizer hora extra, pode ser um sinal de pouco horário X excesso de pessoal. Ter muitas pessoas na folha de pagamento permanente é mais caro do que o custo de hora extra ocasional.

A grama nem sempre é mais verde

Promova dentro da companhia! Procurando fora da companhia constantemente, corrói a moral do empregado. Além disso, promover alguém com quem você tenha trabalhado por algum tempo elimina ter que verificar referências. Você é a referência !

Espalhe-o ao redor

Quando alguém sair, distribua temporariamente o trabalho para outros na equipe, antes de substituir aquele empregado. é espantoso a frequência com que a divisão do trabalho de um empregado que partiu, prova que a função não era tão necessária.

Um bom movimento

Mude as pessoas de posição dentro de um departamento quando possível. Isso encoraja uma apreciação e entendimento de outras funções e desenvolve uma empresa mais eficiente. Uma boa hora para se fazer isso é quando alguém estiver longe em férias. Só esteja certo que o próprio trabalho dos que preencherem as posições não sofra contra-tempos.

Teste as águas primeiro

Antes de substituir alguém permanentemente num departamento, tente ajuda temporária. O custo é mais baixo do que trazer alguém em período integral e você pode descobrir que uma pessoa permanente não é necessária. O trabalho é feito de modo eficiente e custo eficaz, enquanto a empresa tem espaço para respirar e tomar decisões racionais de contrato.

Cuidado com o modismo

Quando surge uma notícia sobre novo modelo de administração, preocupe-se com a adequação deste novo modelo à cultura interna e não o inverso.

A tecnologia contra

Gente é gente. Devido aos avanços tecnológicos, muitos ficam distantes das operações e por consequência das pessoas. Portanto, é fundamental que se reduza ao mínimo necessário o uso de telefone, terminais, etc, para ver o problema cara-a-cara.

Dois olhos, dois ouvidos … somente uma boca

A absoluta maioria das pessoas não sabe ouvir. É preferível repetir uma resposta do que rever uma ação.

O time de futebol

Vocês perderam, nós empatamos e eu ganhei. Fantástico, não ?

Resultados X Relatórios

O gerenciamento de equipes deve ser feito por aquilo que se deseje alcançar e não pelas amostras do que se auferiu.

Incentivar o relacionamento

Os seus colaboradores são portadores de sentimentos, não deixe para a última hora para saber o que você sente a respeito dele e o que ele sente a seu respeito. As atitudes preventivas são mais sábias e baratas do que as corretivas.

Ficamos no vácuo

Ter uma grande ideia no chuveiro e não falar para ninguém é preferível não tê-la. Se acontecer, discuta com seus colaboradores. Na pior das hipóteses há um ajuste na ideia original.

Reciclagem

Invista nos seus colaboradores. Cursos de aperfeiçoamento, técnicos, de relacionamento, de gerenciamento, etc. Tudo é válido e seus colaboradores valorizam e aplicam o aprendizado na empresa.

A mente bem aberta

Mantenha sempre uma mente aberta – a ideia de um empregado pode não estar de acordo com o seu modo de ver as coisas, mas procure pelo mérito nela.

Elogios canhestros

Não acompanhe um elogio com uma crítica. Ela dissolve o impacto do tapinha nas costas.

Diga a eles

Quando fizerem um trabalho excepcionalmente bom, diga-lhes imediatamente. Talvez a espera pelo resultado do final do ano pode ser tarde e a falta de estímulo pode não se concretizar em algo satisfatório.

Aumentando o poder do sucesso

Dar ordens com um sorriso funciona maravilhosamente. É o modo de se conseguir que alguém se ocupe de uma tarefa e goste dela – e isto o torna feliz também. Você tem problemas em sorrir ? Pense na palavra “sorriso” sua face a refletirá, assim como a palavra “droga” azedará sua face. Mantenha seu senso de humor – ele torna a vida mais fácil para todos ao seus redor quando as coisas ficarem difíceis.

Escute

Faça perguntas aos seus colaboradores e escute as respostas. Pedir as opiniões dos empregados, e então ignorar tudo o que eles disserem não é transparente e, eventualmente, tem resultado oposto ao pretendido.

O secretariado

Considere fazer de uma secretária eficiente e dedicada, uma “assistente”. Sugira aos outros que lidam com sua assistente sobre a maioria dos assuntos de rotina, ao invés de lidarem diretamente com você. Todos ganham neste cenário.

Uma necessidade ser necessário

Tenha certeza de que um novo empregado não se defronte com confusão e nada para fazer. Aqueles primeiros dias devem ser cuidadosamente planejados com antecedência para fazer com que o recém-chegado sinta-se imediatamente necessário e valioso.

Você não está sempre certo … está ?

Quando criticar um empregado comece contando um de seus erros. Isso dá o tom certo. Mantenha o caráter – e, inicialmente, se tiver que impor uma penalidade, faça-a menos severa do que o empregado a imaginava. Deixe suas ações mostrarem que você está tentando corrigir uma situação.

Dobre o prazer

Se a política de sua empresa for a de dar aumentos por merecimento, considere dar a metade (pelo menos) duas vezes por ano, ao invés de uma soma inteira uma vez por ano. Isso dá ao colaboradores duas recompensas ao invés de uma.

Proezas diferentes

Nem todos podem ser motivados pelos mesmos métodos. Alguns reagem ao desafio. Outros ao dinheiro e benefícios, alguns aos incentivos, alguns a adulação. Tente ser flexível e habitue seus motivadores.

Sendo chefe

Aceite o fato de que a realização de alguém tem muito a ver com sua performance como superior. Pessoas altamente competentes trabalhando para um superior ineficiente geralmente realizam pior do que os trabalhadores médios sob um líder talentoso e respeitado.

Pequenas coisas significam muito

Continue procurando e implemente, “enfeites” baratos. Eles podem manter a moral entre tempos de recompensas monetárias mais substanciais. Por exemplo: um dia de folga; um jantar já pago num bom restaurante; mesmo um breve artigo no jornalzinho informativo da empresa.

Trabalho duro ou trabalho inteligente ?

Não imagine que os colaboradores ocupados que trabalham duro, indiquem um departamento bem dirigido. O trabalho duro só é valioso se for focalizado num objetivo que beneficie a empresa.

Esclarecendo demissões

Imediatamente após uma demissão, esclareça aos demais colaboradores o motivo de ocorrência, para que não fique aquele sentimento de sobrevivente.

Uma mãozinha vai bem

Especialmente em momento de restruturação, algum colaborador de 1ª. linha não espera que ele seja o escolhido. Assim, oriente o departamento responsável pelo acerto de contas, a dar uma orientação de como “ir a luta” novamente. Para aqueles que são chaves, vale a pena investir numa assessoria de recolocação.

Os corredores

Se a demissão é inevitável, não seria buscando opiniões de como irá realizar a demissão, pois você corre o risco do demitido saber antes de você.

O tiro que sai pela culatra

Algumas organizações se utilizam de planos de incentivos para realizar demissões espontâneas. Certifique-se do modo de exposição do plano, para que não saiam aqueles que não devem ser envolvidos, pois o prejuízo é incalculável.

Cá pra nós

Demissão no retorno das férias, final de semana, véspera de feriados prolongados é uma sacanagem. Pode verificar que a maioria dos colaboradores passam pela síndrome da demissão nestes períodos.

Consenso

A decisão de demitir deve ser decidida por mais de uma pessoa, já que os colaboradores são da empresa e não do chefe imediato.

Relacionamento pessoal

A demissão acarreta apenas o fim do relacionamento profissional, não precisa romper suas relações pessoais, nem tampouco tratar seu ex-colaborador de maneira diferente ao usual.

Sem saída

A demissão deve ser praticada quando não restarem mais alternativas de superação de crise de carreira, relacionamento, motivação, etc. Seria a última alternativa.

Entrevista final

Não se esqueça que a entrevista de desligamento é uma fonte de informações fantástica e transparente para a empresa, principalmente se bem explorada e feita com colaboradores realmente profissionais.

Direito de contratar

Bem Feito

As credenciais de um candidato a emprego não são as mesmas das realizações de um candidato a emprego – realizações passadas são a chave para o que um empregado possa realizar por sua empresa no futuro.

A Tarefa à mão

Desenvolver uma descrição de oportunidade não é diferente de desenvolver um resumo (currículo). Inclui o objetivo, título, faixa salarial, educação, experiência e características pessoais. O superior em perspectiva deve criar a descrição e tê-la revista por outros que também entrevistarão o candidato. A descrição completa da oportunidade deve ser arquivada para futura referência e atualizada regularmente. Será uma ferramenta valiosa para os mapas organizacionais de sua empresa, para revisões de colaboradores e possíveis restruturações.

Vamos pega-lo do início

Um resumo é como uma folha de equilíbrio sem quaisquer responsabilidades! Tente lê-lo a partir do final, ao invés de a partir do começo. O material menos lisonjeiro seria geralmente é o último.

Referências em rede

Se um novo colaborador trabalhar diretamente para você, verifique as referências dele. Para uma visão absolutamente imparcial, contrate alguém para fazê-lo. Uma má referência é tão difícil de encontrar quanto um bom empregado, e vale a pena procurar por ambos.

Melhor do que o sub-qualificado

Ignore o clichê contra contratar pessoas ultra-qualificadas a menos que haja um potencial limitado de crescimento naque-la posição. Tire vantagens de seus conhecimentos e experiência. Se você trata-los certo, eles ficarão em sua empresa mas, não lamente se eles saírem para uma oportunidade mais desafiadora. Se você os tiver utilizado adequadamente, você terá obtido mais do que o valor de seu dinheiro.

Respostas interessantes

Para obter respostas mais que satisfatórias, deixe o candidato a vontade. Ofereça-lhe chá, café, água, etc. Então, inicie tranquilamente suas perguntas. Ao final você terá respostas bastante interessantes e até surpreendentes.

A coisa certa

Algumas funções na empresa realmente requerem certas personalidades – tipos agressivos ou metódicos, por exemplo. A posição requer uma porção de contato pessoal? Trabalho por telefone? Que tipo de pessoa se adapta melhor com a cultura da empresa?

Pergunta interessante

Ao se entrevistar um candidato a uma oportunidade de emprego, uma das primeiras perguntas deve ser: “O que o seu patrão (chefe imediato) faz ou fazia?” Desse modo, assim que você proceder com outras perguntas, será difícil para o candidato ter crédito por coisas que ele ou ela disserem que o chefe faz ou fazia. Uma questão corroboradora poderia ser: “O que seu subordinado faz ou fazia?” O resultado pode ser que o candidato a emprego com quem você está falando faça muito pouco!

Credenciais, não carisma

Lembre-se que personalidade pode ser uma faca de dois gumes. Alguém de quem você gosta instintivamente pode vir a ser um empregado medíocre ou pior. Pelo mesmo sintoma, o candidato com o qual você não se importaria particularmente em ter como amigo poderia tornar-se uma estrela da empresa. Seja objetivo. Analise seus próprios preconceitos e mantenha-os fora das tomadas de decisão.

Quanto é suficiente?

Não faça requisitos educacionais muito restritos. Por exemplo, se um mestrado for uma necessidade, então, inclua-o de qualquer modo, mas esteja certo de que seja um requisito necessário da função. Em muitos casos, experiências anteriores são substitutos da educação formal.

Muitos Chefes

Há um perigo em se contratar com comitê. Tente limitar a decisão de contratar a apenas àquelas partes que sejam relevantes para aquela posição. Use um sistema de acompanhamento para manter um quadro claro de cada candidato, assim você pode comparar forças e fraquezas.

O primeiro pode ser o melhor

Meus estudos revelam que a primeira pessoa entrevistada tem menos chance de conseguir o emprego. Use um bom sistema de avaliação, de modo que aqueles primeiros bons candidatos não sejam esquecidos no labirinto de entrevistas subsequentes.

Mentirosos

E, para você não ficar com os mentirosos, é melhor recorrer a auxilio externo. Pois, para se achar o candidato certo precisa-se realizar a verificação de referência, ela deve ser feita se tiver que se achar o candidato. Estudos indicam que 30% dos que procuram emprego mentem em seus históricos, sem incluir os “mentirosos por omissão”. Algumas mentiras são grandes, algumas pequenas, mas vale a pena saber quais estão na ficha de seu candidato elogiado, se houver.

Oxigenadores

Evite degenerações que resultem em contratar exclusivamente pessoas de dentro de sua empresa. Talento inato é mais importante que “peritos” reciclados.

Movimentando-se

Assim que você tiver tomando a decisão de contratar faça o novo empregado começar o trabalho – se demorar, um outro empregador pode aparecer com uma oferta melhor..

Más notícias

Não deixe de ser a pessoa que contará aos colaboradores que trabalham diretamente para você sobre não conseguirem as promoções que eles esperavam. Não deixe que isso venha através de fofocas. Todos aceitam a boa ou má notícia, mas a surpresa …